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Tratamento por Ondas de Choque para Atletas

Os atletas, mesmo que amadores, têm como norte superar seus limites. Como consequência, trabalham sempre no limiar de suas capacidades orgânicas (do corpo). Desse modo, pequenos erros (ex.: gesto esportivo, nutrição, qualidade do sono, etc.) prejudicam a capacidade regenerativa do corpo, aumentando a chance de lesões.

Por isso, os atletas frequentemente se consultam conosco ortopedistas para o tratamento de suas tendinites, lesões musculares, sobrecarga articulares, lesões ligamentares, fraturas por estresse, entre outros.

Classicamente, o tratamento para as moléstias ortopédicas dos atletas inclui medicamentos analgésicos, fisioterapia e procedimentos cirúrgicos. Atualmente, dispomos de maior arsenal para auxiliá-los no tratamento de suas lesões, como a viscossuplementação e as ondas de choque.

Como é o tratamento por ondas de choque para atletas

Quando se trata de fraturas e lesões com indicação cirúrgica, o tratamento é realizado no centro cirúrgico, sob anestesia. Na maioria dos casos, porém, o tratamento pode ser realizado no consultório sem necessidade de jejum ou medicamentos anestésicos.

Para realizar a sessão de tratamento por ondas de choque, posiciono o paciente na maca e demarco os pontos onde serão aplicadas as ondas de choque. Quando a região doente é provida de bastante massa muscular, como no quadril, geralmente não há necessidade de injetar anestésico no local. Por outro lado, em regiões mais sensíveis à dor, aplicamos medicamento anestésico. De todo modo, a necessidade de realizar anestesia é sempre avaliada individualmente, porque a sensibilidade à dor varia caso a caso, e conforme a moléstia.

Em seguida, o aparelho é ligado e as ondas de choque são aplicadas na área doente. A sessão costuma durar 15-30 minutos, variando conforme a extensão da patologia e quantidade de regiões acometidas.

Casos mais difíceis, principalmente nos pacientes que convivem com a doença há mais de 1 ano, necessitam de mais de 1 sessão, com intervalos que variam de 6 a 12 semanas. Casos que envolvem fraturas e lesões musculares costumam requerer também mais de 1 sessão. Além disso, como o atleta é sempre muito exposto a condições extenuantes que ultrapassam seu limiar regenerativo, é comum necessitarem de mais sessões; diferente do paciente não atleta, que não está exposto a tais condições, alcançando melhora dos sintomas mais rapidamente.

Além de realizar o tratamento por ondas de choque em atletas, é importante rever como está sendo realizada a atividade esportiva. Assim, poderão ser identificados eventuais erros do gesto esportivo, necessidade de modificar a frequência e intensidade dos treinos, corrigir distúrbios nutricionais, identificar doenças concomitantes (ex.: distúrbios da tireoide), entre outros.

Perguntas
Frequentes

Não. Devemos sempre respeitar a biologia. Se esta não for respeitada, incorremos o risco de aumentar o risco de nova lesão e, com isso, diminuir a performance. Claro que devemos e podemos otimizar o processo. Para tanto, dispomos hoje de alguns recursos comentados nas páginas desse site dedicadas aos atletas.
Não, pois o tecido lesado jamais será o mesmo. Apesar disso, podemos otimizar o tratamento para que o corpo tenha condições de recuperar a performance pré-lesão. Além do esforço da equipe multidisciplinar, alguns exemplos de otimização são as ondas de choque, viscossuplementação, plasma rico em plaquetas, entre outros.
Buscando atendimento com equipe multidisciplinar, composta por ortopedista, preparador físico, fisioterapeuta, nutricionista, etc. Deve-se evitar a automedicação, opinião de pessoas não habilitadas, e a demora na busca por tratamento.
Depende da gravidade da lesão. As lesões muito graves, por si só, impossibilitam qualquer exercício. Para as demais, fazemos o possível para manter o atleta com o melhor condicionamento físico. Verifique com o ortopedista a melhor forma de praticar seu esporte e se manter em forma.
Depende da modalidade e da posição que você atua. Algumas joelheiras podem diminuir a habilidade do atleta, por exemplo. Por isso, verifique com o ortopedista se tem indicação e, caso afirmativo, qual o tipo de joelheira você deve utilizar.

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