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Ondas de Choque para Tratar Osteonecrose

Por razões idiopáticas (desconhecidas) na maioria das vezes, os ossos podem “morrer”. Não é todo o osso que morre na maioria dos casos, mas só uma parte dele: a parte subcondral, que é a parte do osso que fica logo abaixo da cartilagem que reveste a articulação. Os locais mais comuns onde ocorre osteonecrose são o quadril (1º lugar) e o joelho (2º lugar), podendo ocorrer também no ombro, tornozelo, punho e outros locais.

Importância das ondas de choque para tratar Osteonecrose

Antes de ocorrer o desabamento do osso da articulação e, consequentemente, artrose, o paciente já se queixa de dor e dificuldade para realizar determinados movimentos. Esse é o melhor momento para instituir algum tratamento para tentar evitar o desabamento articular e a artrose.

Embora, nenhum tratamento atual garanta a cura da osteonecrose, existem opções que podem amenizar a dor, melhorar a mobilidade da articulação e diminuir a chance da osteonecrose evoluir com desabamento da articulação e artrose.

Dentre as opções, dispomos de procedimentos cirúrgicos e as ondas de choque. Os procedimentos cirúrgicos consistem em descompressão do osso doente e uso de enxerto ósseo (retira osso de uma região saudável e implanta na área doente).

As ondas de choque para tratar osteonecrose aumentam a quantidade de vasos sanguíneos na região doente e, com isso, auxiliam a proliferação de novas células ósseas para recompor o osso subcondral. Por esses motivos, além de ser um procedimento não invasivo, as ondas de choque apresentam resultados semelhantes ou superiores aos procedimentos cirúrgicos. Somado a isso, as ondas de choque também podem ser utilizadas em combinação com os procedimentos cirúrgicos.

Quando o osso da articulação já desabou?

Todavia, quando o osso já desabou e a articulação já degenerou, não podemos esperar resultados animadores. Nessa situação o tratamento é voltado para a artrose, não mais para a osteonecrose em si.

Ainda assim, é possível realizar o tratamento por ondas de choque, mas com os protocolos utilizados para tratar artrose. Do mesmo modo, o tratamento cirúrgico deixa de ser pelas técnicas de descompressão e enxertia óssea usados para osteonecrose, para ser de artroplastia (substituição da articulação doente por uma prótese) usado na artrose.

No caso das articulações do punho e tornozelo, além da opção da prótese, podemos realizar um procedimento cirúrgico chamado artrodese, que é a remoção da cartilagem doente, e fusão (junção) dos ossos da articulação por meio de placas, hastes ou grampos metálicos.

Procedimentos
Cirúrgicos

O Dr. Carlos Vinícius é médico especialista em ortopedia, sendo referência no tratamento de diferentes tipos de lesões de joelho. Se procura por um atendimento humanizado e um profissional altamente capacitado, agende sua consulta. Veja abaixo quais são as principais lesões operadas e tratadas pelo Dr. Carlos Vinícius.

Perguntas
Frequentes

Com o paciente anestesiado, utilizamos pontos de referência anatômicos e imagens radiográficas para delimitar os locais de aplicação das ondas de choque. Isso feito, ligamos o equipamento e transmitimos as ondas de choque à área doente. A duração da sessão gira em torno de 20 minutos, variando conforme a articulação doente. Nos casos em que combinamos as ondas de choque com o procedimento cirúrgico, aplicamos as ondas antes ou após a cirurgia, dependendo da técnica cirúrgica realizada. Após o procedimento, o paciente permanece algumas horas na sala de recuperação anestésica, podendo receber alta no mesmo dia – quando fez somente as ondas de choque – ou após 1-2 dias – quando fazemos também algum procedimento cirúrgico.
Ressalto sempre aos meus pacientes que a osteonecrose é uma patologia agressiva. O tratamento, seja com ondas de choque ou procedimentos cirúrgicos – combinados ou não –, tem como objetivo diminuir o risco de desabamento da articulação e o desenvolvimento da artrose. Quando o tratamento é bem-sucedido, evitando o desabamento e a degradação da articulação, é recompensador pois o paciente não precisará, tão logo, ser submetido à artroplastia (cirurgia para colocar prótese) ou artrodese (cirurgia para fusão da articulação).
Quadril: chamamos de osteonecrose da cabeça femoral; Joelho: denominamos osteonecrose espontânea do joelho; Punho: o semilunar é o osso mais acometido, seguido pelo osso escafoide; Tornozelo: o tálus é o osso mais afetado, geralmente após fraturas ou luxações; Ombro: geralmente, ocorre na cabeça umeral.
Não se sabe bem por que as células do osso subcondral começam a morrer, mas isso tem consequências graves para a articulação. Podemos comparar essa situação a um prédio cujas colunas estruturais são destruídas. Em algum momento, esse prédio desabará.
As ondas de choque aumentam a quantidade de vasos sanguíneos na região doente e, com isso, auxiliam a proliferação de novas células ósseas para recompor o osso subcondral. Por esses motivos, além de ser um procedimento não invasivo, as ondas de choque apresentam resultados semelhantes ou superiores aos procedimentos cirúrgicos. Somado a isso, as ondas de choque também podem ser utilizadas em combinação com os procedimentos cirúrgicos.

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