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Lesões Musculares

Lesão muscular é muito comum na vida de qualquer atleta, seja profissional ou amador. São também muito indesejadas, pois, dependendo da gravidade da lesão, tiram o atleta dos treinos e das competições. Mais de 95% das lesões musculares ocorre sem que haja contato direto de jogador contra jogador, e a maioria ocorre durante as competições. Qualquer atleta está sujeito às lesões musculares, mas o futebol é uma das modalidades em que elas mais ocorrem.

Quais são os fatores de risco para sofrer lesão muscular

Homens e atletas com idade mais avançada estão mais sujeitos às lesões musculares. Acidentes e traumas (pancadas) durante a prática esportiva também são causas de lesões musculares. Além disso tudo, há fatores de risco modificáveis, tais como (alguns exemplos):

  • Aquecimento inadequado;
  • Déficit e desbalanço de força muscular;
  • Flexibilidade ruim;
  • Carga excessivamente elevada sem o preparo adequado;
  • Descanso inadequado por volume excessivo de treino (ex.: overreaching e overtraining);
  • Movimento (gesto esportivo) inadequado.

Músculos que mais sofrem lesões

Mais de 90% das lesões ocorre nos membros inferiores, sendo aproximadamente a metade na musculatura da coxa. As modalidades cujos atletas mais sofrem lesões musculares são as que envolvem movimentos dos membros inferiores, como futebol, artes marciais que usam chutes (karate, kung fu, taekwondo, capoeira), danças, atletismo (corridas, saltos), etc. Basquete e handball são esportes que usam mais as mãos, mas envolvem movimentos rápidos de giros e saltos; por isso, também expõem o atleta a lesões nos membros inferiores.

  • Coxa: Cabeça longa do bíceps femoral; Semimembranoso; Adutores: principalmente, o adutor longo; Quadríceps;
  • Panturrilha: geralmente, ocorre na cabeça medial do gastrocnêmio;
  • Membros superiores e tronco: as lesões são bem menos frequentes. Nesses locais, os músculos que os atletas mais lesam são o peitoral maior e abdome, principalmente durante práticas que requerem levantamento de peso (musculação, bobybuilding, powerlifting, etc.);
  • Músculos como o bíceps braquial e os que compõem o manguito rotador geralmente são lesados após algum trauma, como agarrões (ex.: judô, jiu-jitsu) e quedas.

Opções de tratamento para lesões musculares

As lesões musculares não são, normalmente, tratadas com cirurgia. O tratamento é fundamentalmente não cirúrgico. Durante o processo de cicatrização do músculo, o corpo pode formar tecido muscular e fibrose. A fibrose é ótima para “remendar” os órgãos do corpo, mas é inútil do ponto de vista funcional. O ideal é que o músculo cicatrize com 100% de células musculares, que são úteis do ponto de vista funcional. Com base nisso, é muito importante tratar adequadamente as lesões musculares para que o músculo cicatrize com a menor formação de fibrose possível. Outro objetivo do tratamento é reabilitar o atleta rapidamente e evitar novas lesões no mesmo músculo já machucado previamente.

Pensando nesses objetivos, há duas opções de tratamento que melhoram o estímulo para as células musculares se multiplicarem, diminuindo, por conseguinte, a formação de fibrose:

  • Ondas de choque;
  • Plasma rico em plaquetas.

    Além disso, empregamos as medidas clássicas de tratamento de lesões musculares:

    • Medicamentos analgésicos;
    • Fisioterapia;
    • Modificações do treino;
    • Repouso relativo;
    • Adequação nutricional.

    É importante ressaltar que o tratamento das lesões musculares é multidisciplinar, envolvendo o ortopedista, fisioterapeuta, educador físico, nutricionista, etc.

Perguntas
Frequentes

Não. Devemos sempre respeitar a biologia. Se esta não for respeitada, incorremos o risco de aumentar o risco de nova lesão e, com isso, diminuir a performance. Claro que devemos e podemos otimizar o processo. Para tanto, dispomos hoje de alguns recursos comentados nas páginas desse site dedicadas aos atletas.
Não, pois o tecido lesado jamais será o mesmo. Apesar disso, podemos otimizar o tratamento para que o corpo tenha condições de recuperar a performance pré-lesão. Além do esforço da equipe multidisciplinar, alguns exemplos de otimização são as ondas de choque, viscossuplementação, plasma rico em plaquetas, entre outros.
Buscando atendimento com equipe multidisciplinar, composta por ortopedista, preparador físico, fisioterapeuta, nutricionista, etc. Deve-se evitar a automedicação, opinião de pessoas não habilitadas, e a demora na busca por tratamento.
Depende da gravidade da lesão. As lesões muito graves, por si só, impossibilitam qualquer exercício. Para as demais, fazemos o possível para manter o atleta com o melhor condicionamento físico. Verifique com o ortopedista a melhor forma de praticar seu esporte e se manter em forma.
Depende da modalidade e da posição que você atua. Algumas joelheiras podem diminuir a habilidade do atleta, por exemplo. Por isso, verifique com o ortopedista se tem indicação e, caso afirmativo, qual o tipo de joelheira você deve utilizar.

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