Fasciotomia

A fasciotomia é um procedimento cirúrgico realizado como tratamento da síndrome compartimental. O método tem como objetivo aliviar a pressão nos músculos quando ela aumenta demasiadamente e impede que chegue sangue no músculo, situação esta que provoca isquemia e necrose nos membros. Portanto, nesse tipo de cirurgia, deve-se avaliar a fáscia, tecido que recobre os músculos.  

Principais causas de síndrome compartimental

  Além de afetar os membros inferiores e o antebraço, a síndrome compartimental pode ocorrer também na região do abdômen, membros superiores e região glútea. Pacientes comuns e atletas podem apresentar sinais da doença, sendo que nos casos de síndrome compartimental aguda o tratamento deve ser imediato, pois a lesão pode paralisar os membros e levar à amputação.

Síndrome compartimental aguda

Confira as principais causas:  
  • Contusões graves
  • Fraturas
  • Lesões por esmagamento
  • Lesão de isquemia-reperfusão
  Estudos científicos avaliam algumas situações como causas raras associadas ao aparecimento da síndrome compartimental. Entre elas estão: queimaduras, esforço intenso, curativos ou gessos apertados, picada de cobra, entre outros fatores que ajudam a aumentar a pressão compartimental.  

Síndrome compartimental crônica

O diagnóstico de síndrome compartimental crônica está relacionado à prática esportiva, quando ocorrem movimentos repetitivos. A doença é frequentemente associada a atletas de modalidades esportivas como natação, corrida ou tênis.  

Quais são os sintomas de síndrome compartimental?

  Geralmente, o primeiro sintoma de síndrome compartimental é dor intensa, considerada desproporcional à gravidade da lesão do paciente, e que não melhora com analgésicos comuns. Para o diagnóstico clínico, pode-se aferir a pressão intracompartimental, ou utilizar-se de critérios clínicos, como dor intensa, dificuldade para movimentar o membro e edema (inchaço) do membro.   Principais sintomas:  
  • Dor constante
  • Edema
  • Enrijecimento da região  lesionada
  • Formigamento ou dormência
  • Palidez
  • Paralisia
É possível que o quadro de isquemia piore o edema, fazendo com que os músculos fiquem necrosados. Nestas situações, a gravidade do quadro pode gerar infecções e rabdomiólises (ruptura do tecido muscular), o que pode ocasionar a amputação do membro.  

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Procedimentos
Cirúrgicos

O Dr. Carlos Vinícius é médico especialista em ortopedia, sendo referência no tratamento de diferentes tipos de lesões de joelho. Se procura por um atendimento humanizado e um profissional altamente capacitado, agende sua consulta. Veja abaixo quais são as principais lesões operadas e tratadas pelo Dr. Carlos Vinícius.

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Perguntas
Frequentes

As cirurgias de fasciotomias realizadas em até 6 horas após o diagnóstico de síndrome compartimental estão associadas a melhores resultados na recuperação dos pacientes, e menor risco de complicações. A síndrome compartimental consiste em uma doença que afeta os membros, sendo comumente mais diagnosticada no antebraço e nas pernas. Trata-se de uma série de eventos recorrentes, iniciando com um edema na parte interna do compartimento fascial (posterior do membro inferior). A patologia ocorre quando os músculos que sofreram algum tipo de lesão apresentam inchaços intensos que bloqueiam o suprimento de sangue. Quando isso acontece, há pouco espaço para uma expansão do tecido e, portanto, a pressão tende a aumentar consideravelmente. Quando a diferença entre as pressões dentro do compartimento do músculo com a pressão arterial mínima (diastólica) for menor ou igual a 30 mmHg, confirma-se o diagnóstico. Com isso, a intervenção cirúrgica de fasciotomia deve ser realizada, sendo que em alguns casos é indicado a cirurgia de urgência.

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